Os motoristas de aplicativo não escolhem essa rotina por gostar dela. Muitos trabalham 12, 13 ou até 14 horas por dia e, ainda assim, recebem pouco. Fazem isso por necessidade: pela falta de emprego, de oportunidades de qualidade ou de qualquer trabalho. Mas o governo insiste em tratá-los como empregados, quando muitos estão, na prática, desempregados — sobrevivendo de arranjos precários para não passar fome.

