Estagnação econômica

Estamos vivendo tempos difíceis no Brasil. As empresas mal conseguem vender, e os clientes não têm dinheiro para comprar. Guardam cada centavo para pôr comida — cada vez mais cara — na mesa. Não sobra dinheiro para mais nada: supérfluos, lazer, passeios, muito menos viagens.

O Brasil só parece bom para o funcionalismo público, cujos salários não atrasam e, aliás, costumam estar acima do que recebem os brasileiros mais pobres. Se você vê alguém em um carro novo, provavelmente é funcionário público. Se vê alguém comendo em restaurantes todos os dias, provavelmente também é — ou trabalha em uma grande empresa de um setor ligado ao governo.

Enquanto isso, os brasileiros mais pobres continuam levando marmita, enfrentando ônibus lotado e chegando tarde em casa. Ainda alimentam o sonho de que estudar e concluir um curso superior lhes garantirá um salário melhor. Mas basta olhar para Cuba: lá, médicos acabam trabalhando como lavadores de carros. Se os comunistas continuarem no governo, os brasileiros que hoje estudam em busca de salários melhores poderão ser os lavadores de carros de amanhã.

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